| Formação Outdoor |
Página 6 de 7 Apontamentos para uma adequada avaliação do Risco nas outdoor activities A primeira etapa deverá incidir sobre a identificação dos activos e o respectivo valor. São considerados como activos afectos a um programa de actividades e formação outdoor o custo dos recursos, o tempo de duração da actividade, a qualidade dos equipamentos e o respectivo âmbito envolvente, as circunstâncias em que esta se desenrola.
Identificados os activos, a análise de risco identifica as ameaças que recaem sobre os activos e as respectivas vulnerabilidades. Este processo é vital para a antevisão de problemas e o planeamento de acções em função das contingências que se abaterão sobre o programa de actividades ou formação outdoor.
O valor do risco poderá ser obtido usando a fórmula do produto seguinte:
Risco = Frequência de ocorrência de uma ameaça x Probabilidade de sucesso da ameaça ou vulnerabilidade x Valor do activo.
O risco operacional para actividades ou formação outdoor representa a perda ocorrida na sequência de actos executados (ou negligenciados) durante o desenrolar das actividades do programa de actividades ou formação outdoor.
As vulnerabilidades de cada activo do programa de formação outdoor são do conhecimento do fornecedor e o cliente é considerado, à partida, como a fonte mais forte de todas as ameaças. Quando um programa é contratado, o cliente está a comprar um esforço limitado no tempo e que é levado a cabo para lhe criar um serviço ou um resultado único: é na base dessa expectativa que avalia esse esforço.
O Plano Operacional de Gestão de Risco do Programa de actividades ou formação outdoor deve ser incorporado no Plano Geral de Gestão do Risco da Organização e a análise, monitorização e auditoria deve englobar a globalidade dos planos de Actividade.
Neste contexto, a realidade da preparação e a implementação do sistema adequado de Gestão de Risco deverá ser apresentada ao Cliente por forma a reforçar o seu sentimento de segurança; deve ser exigida a todas as Organizações, neste âmbito, a apresentação do Plano de Gestão do Risco Operacional dos Programas de Actividades ou formação outdoor e será sempre da responsabilidade da Administração da Empresa, ao nível global, e dos responsáveis das actividades em particular, fazer uma adequada gestão do risco.
Em consequência, quer a construção de um Plano de Segurança e Emergência para instalações onde decorrem actividades deste cariz, bem como a definição dos Planos de Contingência a adoptar para cada uma das actividades, em função do seu grau de risco, pressupõe a aplicação da avaliação do risco e são factores cruciais para a sua gestão de forma consciente; para o alcance do seu objectivo final, também é inerente esta avaliação para a vivência plena das actividades por parte dos participantes.
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